InícioAtualidadesCopa do Brasil – iniciando a decisão e seus números.

Copa do Brasil – iniciando a decisão e seus números.

Copa do Brasil – 30ª.edição
Nesta quarta quando Cruzeiro x Corinthians estiverem entrando em campo no Mineirão, será a partida número 3.140 da história da Copa do Brasil, nesta que é a 30ª. edição da competição.
Os gols vieram nesta decisão somarão aos 8.579 já marcados que fazem a média geral de 2,73. Portanto, para que esta média seja mantida, pelo menos 5 gols devem acontecer nestas duas partidas.

A competição surgiu em 1989, dois anos depois daquelas questões da Copa União, e a criação das divisões do campeonato brasileiro, que fez com que vários times de Estados do país não tivessem uma vaga garantida na 1ª.divisão do brasileiro, e também o retorna de uma competição eliminatória, relembrando a Taça Brasil que existiu entre 1959 e 1968.

Então 32 clubes participaram da 1ª.edição, que seria conquistada pelo Grêmio. Hoje temos 91 participantes, quando começamos com 80 clubes e nas Oitavas entram os clubes que estão na Libertadores e mais campeões das copas regionais e 2ª.divisão do brasileiro.

E em 30 edições o que não faltam são números. O tricolor gaúcho Grêmio e o Cruzeiro são os maiores campeões cada um com 5 conquistas. Além disso o Grêmio em mais 3 decisões e o Cruzeiro em duas. O menor número de jogos em uma edição foi 62 partidas, entre 1989 e 1994. Mais jogos foi em 2016 com 160 jogos, e muito perto, em 2013 e 2014 com 159 jogos e outros 158 jogos em 2015.

Já os gols, foram somente 119 em 1990, e 435 gols em 2014. Outro bom número foi em 2015 com 417 gols, os únicos que superaram os 400 gols. Na casa dos 300 gols, tivemos em 15 edições, entre 1999 e 2016. Em 2017 ficamos com 282 e este ano muito baixo os gols, com 249 marcados até agora.

Em termos de média de gols, o recorde foi em 1993 com 4,93 gols por jogo. Na média superior a três, aconteceu em 1992 (3,93), 2001 (3,17), 2002 (3,04), 2006 (3,10) e 2008 (3,11). Ou seja, há 10 anos não temos média superior a 3 gols. A maior neste período foi em 2010 com 2,93 gols por partida, e este ano a pior deste período, com até agora 2,11 por partida. E pior somente do que a 2ª.edição em 1990, com 1,92 gol por partida e em 1991 com 2,08 gols por jogo.

E se os gols estão escassos, como ficam os números de ataques positivos e artilheiros. É claro que o sistema de disputa até está contribuindo com isso, pois os clubes que tem chegado as semifinais tem sido aqueles que entram nas Oitavas e realizam pelo menos 6 partidas para a decisão, em fases com jogos mais competitivos. Antigamente, os grandes enfrentam times do interior do país e largavam aquelas goleadas e consequentemente as artilharias subiam.

Somente dois clubes conseguiram passar dos 30 gols em uma edição, o Santos em 2010 com 39 gols e o Cruzeiro em 2005 com 32 gols. Este ano de 2018 o maior ataque é do Atlético-MG com 13 gols em 8 partidas. Os dois finalistas Cruzeiro e Corinthians marcaram apenas 7 gols até aqui.

E os artilheiros vão ficar na galeria e não deverão ser superados no futuro. O maior artilheiro em uma edição foi o atacante Fred em 2005 pelo Cruzeiro com 15 gols. Em 2002, pelo Corinthians, o Deivid fez 13 gols, no anterior pela Ponte Preta, o atacante Washington chegou aos 12 gols e somente o Oséas pelo Cruzeiro em 2000, também na casa dos 10 gols.
Considerando os gols na história da competição, Romário ainda está na frente com 36 gols será superado, mas poderia ter sido superado nesta edição caso o atacante Fred do Cruzeiro não tivesse se contundido no início da temporada, pois tem 34 gols na sua história. Na sequência temos Viola (29), Paulo Nunes (28), Oséas (28), Dodo (26), Evair (24), Gérson (23), Marcelinho Carioca (23), Deivid (23 e ainda acima de 20 gols, França (22), Zinho (21) e Agnaldo com 20 gols.

E fechando estes números desta pesquisa, a maior goleada foi Atlético-MG 11×0 Caiçara-PI, e outras duas por 10×0 do São Paulo sobre o Botafogo-PB e do Santos sobre o Naviraiense-MS.
Resultados de empate foram 260 vezes em 0x0, 381 vezes em 1×1, 138 vezes em 2×2, 28 vezes em 3×3 e apenas 5 vezes em 4×4.
O placar de 1×0 aconteceu por 556 vezes e o clássico 3×1 por 221 vezes, nestes caso sendo 1×0 ou 0x1, e 3×1 ou 1×3. Nenhuma partida teve prorrogação.
E alguns resultados curiosos foi que o 6×2 aconteceu 7 vezes no campo adversário e apenas 2 vezes com o mando de campo. O placar de 5×3 aconteceu por duas vezes, e em campo adversário.
É isso, vamos aguardar estas últimas duas partidas para completar a 30ª.edição na história.

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